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Julgar pela contracapa, sim ou não?

por Etcetera, em 31.07.14

Sempre ouvi o ditado: 

"Não se julga um livro pela capa"

 

Na sua essência, em que procura alertar-nos para não tirarmos conclusões precipitadas sobre, por exemplo, pessoas antes de as conhecermos, está correctíssimo. No campo literário, a veracidade desta afirmação já não é 100% certa. Existem livros que pela capa podemos logo perceber que mesmo podendo estar muito bem escritos não são o nosso "estilo". O que me intriga mesmo é se ao olharmos para a contracapa podemos "avaliar" um livro. Normalmente, na contracapa ou temos um resumo/introdução da história ou então críticas de jornais. O resumo é sempre útil (desde que não revele demasiado), mas e será que as críticas são fiáveis?

 

 

 

 

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Navegar sem diferenças

por Etcetera, em 30.07.14

Encontra-se atracado desde 2ªfeira (28 de Julho), na marina de Lisboa, o veleiro "Oceans of hope". O que torna especial e faz merecer destaque este navio não é nenhuma das suas características técnicas (das quais assumo não perceber nada), mas o propósito que serve. Ele está ao serviço da ONG dinamarquesa "Sailing Sclerosis". Esta organização tem como finalidade mudar a percepção que a população tem em relação à Esclerose Múltipla (EM). Para isso, propôs-se a realizar a 1ªcircunavegação (viagem à volta do globo) em que parte da tribulação sofre de EM.

 

 

 

 

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Já é natal?

por Etcetera, em 30.07.14



Obrigado!




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Os livros são caros.

por Etcetera, em 29.07.14

De tempos a tempos, penso comigo próprio: "está na altura de enriquecer a biblioteca cá de casa". Falo em enriquecer não só a estante com mais um livro, mas principalmente expandir os meus horizontes e conhecimentos através das palavras da recente aquisição. Após a leitura de um dos recortes em destaque ( "Um livro é caro?", do blog LER ), tive vontade de manifestar a minha opinião e responder à questão colocada.

 

Assim sendo, após alguma reflexão, concluo que os livros são mesmo um bem demasiado caro. Apesar de serem extremamente valiosos, de nos fazerem sonhar, de nos levarem a viajar estando parados, o seu preço deveria ser mais acessível. Não concordo com as comparações feitas no post supra-citado porque põem em "confronto" bens cujos propósitos são totalmente diferentes. Não é necessário comprar um iphone para se poder telefonar a um amigo ou uma gravata Hermès para ir trabalhar. Existem outros produtos semelhantes que realizam as mesma funções e são bastante mais baratos. Infelizmente, com os livros tal não se sucede com tanta facilidade/frequência. Se quisermos ter acesso a um dado livro ou compramos ou temos de arranjar outros artíficios para o conseguirmos ler. 

 

Eu compreendo que os preços praticados até possam ser os mais "justos" dado que existam muitos gastos associados à publicação de uma obra, que as editoras tem de ter lucros, etc.. Por outro lado, para os compradores o preço de acesso a algo que faz tão bem e pode dar tanto prazer continua a ser elevado. É como querermos diminuir a obesidade infantil e depois os preços dos refrigerantes serem inferiores aos dos sumos naturais. Não combina!

 

Para quem quer desfrutar do prazer de ler um livro sem prejudicar o orçamento, existem algumas opções. Implementar novas rotinas como frequentar a biblioteca e requisitar o título que mais cativar ou combinar um encontro entre amigos para partilhar livros (aqui até se pode ter direito a uma review na hora)...Opções e oportunidades, certamente, não faltam.

Se não se quiser ter este "trabalho", pode sempre optar-se antes por outras leituras como os blogs do sapo, por exemplo.

 

Resumindo, os livros podem ser caros,mas isso não é o fim da história é o início da aventura.

 

Até já.

 

 

 

 

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"Ai, o meu querido cabelo!"

por Etcetera, em 28.07.14

Hoje foi dia de ir cortar o cabelo. Realizo este ritual de rumar à cabeleira (a mesma desde os 4 anos de idade) cerca de 9 vezes por ano e demoro sempre menos de 30 min. Pelo que os meus pais dizem nunca mudei de penteado, como uso o cabelo curto a margem de manobra também não é muito grande. Já se pode perceber que o meu cabelo é de trato fácil e rápido. Daí que surpreendentemente (ou não) a frase que serve de título a este post não foi proferida por mim,mas ao invés disso pela rapariga sentada em frente do espelho ao meu lado. Atentemos agora no que se passou nesse espaço e me levou a reflectir.

 

 

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A idade dos "porquês"

por Etcetera, em 27.07.14

O títuto deste post podia introduzir um qualquer texto sobre puericultura e/ou comportamento das crianças, neste caso, não é o que acontece. Posso já ter desfraldado a eventual confiança do leitor (se é que existem), mas não desesperem o título adequa-se ao conteúdo! Agora, vou explicar o "porquê" e quais as razões de ter dado início a esta jornada.

 

 

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Ainda em obras...

Sei escrever, mas ainda não sei programar. Aguardem que isto ainda vai ficar "catita"


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